quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ILU_Fotografia de produto - objetos transparentes




Fotografia de produto - objetos transparentes

Foto Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2



Fotografia de produto - objetos transparentes

Foto Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2



Fotografia de produto - objetos transparentes

Foto Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2



Fotografia de produto - objetos transparentes

Foto Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2



Fotografia de produto - objetos transparentes

Foto Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2


















ILU_Fotografia de modelo em fundo branco




Fotografia de modelo em fundo branco

Modelo: Bruna Trindade

Foto: Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2



Fotografia de modelo em fundo branco

Modelo: Bruna Trindade

Foto: Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2



Fotografia de modelo em fundo branco

Modelo: Bruna Trindade

Foto: Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2




Fotografia de modelo em fundo branco

Modelo: Bruna Trindade

Foto: Mirele Pacheco

Iluminação / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2





EDI_BRIEFING: Minha bolsa, minha vida!




Minha bolsa, minha vida!

Produção fotográfica individual

Foto Mirele Pacheco

Fotografia Editorial / Professor Fernando Pires

CST em Fotografia / ULBRA

2013/2
EDI_VÍDEO PORTFÓLIO G2_MIRELE PACHECO

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

EDI_BRIEFING: Envelhecimento Precoce




Produção fotográfica em grupo: Mirele Pacheco, Marcelo Campos, 

Angélica Diniz, Eduarda Wolf, Valmor Meneguzzo

Foto Mirele Pacheco

Fotografia Editorial/Professor Fernando Pires

CST em Fotografia/ULBRA

2013/2



Produção fotográfica em grupo: Mirele Pacheco, Marcelo Campos, 

Angélica Diniz, Eduarda Wolf, Valmor Meneguzzo

Foto Mirele Pacheco

Fotografia Editorial/Professor Fernando Pires

CST em Fotografia/ULBRA

2013/2


De acordo com o texto de Guita Grin Debert¹, a juventude no Brasil no início do século XX apresentou grande demanda por um envelhecimento precoce. Com objetivo de somar a mais avançada idade para o portador na busca de um ar senhoril, um grande arsenal era utilizado: tônicos para encorpar e ganhar peso, corantes para barbas e bigodes ralos, óculos e monóculos de vidros grossos, entre outros artefatos de um vasto repertório de recursos. Representavam pacotes de velhice instantânea divulgados pelo mercado para quem quisesse simular estirpe, tradição e austeridade.

Além disso, acessórios como casacas, cartolas, bengalas e charutos também foram amplamente usados na sociedade de arrivistas da belle époque, cuja cena pública foi invadida por uma legião de “recém-enriquecidos” que, na pressa de substituir as elites senhoriais, disfarçava tanto a obscuridade da sua origem como o caráter repentino de sua ascensão social. 

¹DEBERT, Guita Grin. A dissolução da vida adulta e a juventude como valor. Universidade Estadual de Campinas - Brasil. pp 50-52 




EDI_BRIEFING: A História da Moda



                   


Caftã




De origem turca, o caftã é uma peça inteiriça, ampla, aberta na frente, com mangas largas e compridas e cintura ajustada por faixa. Nos anos 1960 e 1970, os caftãs foram usados como trajes de noite, algumas vezes com cintos bordados sobre vestidos colantes. Na versão informal, era traje para ficar em casa, algumas vezes com frente fechada por zíper, do tornozelo até  em cima. Sua modelagem inspirou grandes criadores, que o mostraram em criações para a noite: Dior, Halston e Saint Laurent. Recentemente, foi reeditado por Cavalli e Tom Ford,  que o preferem como base para estampas de animais.





Salto anabela

Com formato de cunha, esse salto proporciona melhor equilíbrio ao corpo, pois oferece apoio total à planta do pé. Desde seu lançamento, em 1930, é relembrado de tempos em tempos pelos estilistas.



Produção fotográfica individual

Exercício de composição e produção

Fotos Mirele Pacheco

Fotografia Editorial

Professor Fernando Pires

CST em Fotografia/Ulbra

2013/2


Referência: 
PEZZOLO, Dinah Bueno. "Por dentro da moda - definições e experiências". São Paulo: SENAC.



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

EDI_BRIEFING: Tributo à Giuseppe Arcimboldo




TRIBUTO À GIUSEPPE ARCIMBOLDO

Produção em grupo: Mirele Pacheco, Eduarda Wolf, Angélica Diniz,

 Marcelo Campos, Valmor Meneguzzo

Fotografia Editorial/Professor Fernando Pires

CST em Fotografia/Ulbra

2013/2




Giuseppe Arcimboldo foi um pintor italiano, nasceu em 1527, em Milão.


Suas obras principais incluem a série "As quatro estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, como frutas, verduras e flores para compor fisionomias humanas.


Arcimboldo trabalhou inicialmente com seu pai Biaggio Arcimboldo, artista que trabalhava em afrescos. A partir de 1562 morou em Praga, hoje capital da República Tcheca. Lá consolidou
sua carreira como artista. 

O ocultismo foi uma referência importante para o artista, como se observa em suas paisagens antropomorfas, nas quais corpos e faces humanas são sugeridas pela representação de relevos, das árvores, das pedras, e de diversos elementos de uma paisagem.

Fazendo referência ao gênero do retrato, Arcimboldo construiu seus personagens a partir de imagens da fauna e da flora, elementos que, no século XVII estariam presentes no gênero da natureza morta.